What? Wow! Um post? Que loucura! É, eu sei. Sou a pior - ultrapassemos. Querem saber que músicas ando a ouvir? Eu sei que provavelmente não (no outro dia percebi que a única coisa que partilho no Facebook são músicas e que nunca ninguém me liga nenhuma), mas fiz uma playlist e quero partilhar na mesma. Chama-se avelãs e tangerinas.
Mostrar mensagens com a etiqueta Things Written. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Things Written. Mostrar todas as mensagens
26 de abril de 2017
5 de dezembro de 2016
Oh, damn! Amsterdam! Day 4.
Hello, dearest darlings!
Chegou o quarto e último vlog da nossa viagem a Amesterdão. Este foi o dia mais calminho da nossa viagem, porque na verdade, verdadinha, foi só uma manhã. No entanto, foi uma manhã em que decidimos caminhar sem rumo num dos bairros mais bonitos por onde já passei. Valeu cada passo.
24 de novembro de 2016
Oh, damn! Amsterdam! Day 3.
Hello, dearest gang!
Chegou o terceiro e penúltimo vlog da nossa viagem a Amesterdão. Andámos de bicicleta no Vondel Park, brincámos com bolhas, comemos um space cake e fomos ao Museu Erótico. Great, great day. E só há mais um! Vou ter de voltar para poder fazer mais vlogs. x)
27 de outubro de 2016
Oh, damn! Amsterdam! Day 2.
Hello, babes.
Cheguei, finalmente, com o segundo dia da nossa viagem de Amesterdão. Quanto mais revisito estas fotos, estes vídeos, com mais saudades fico de Amesterdão. Só sei que quero voltar em breve, muito em breve.
5 de outubro de 2016
Oh, damn, Amsterdam! Day 1.
Hey, my dearest darlings.
(Sim, não publico há meses. sim, sou uma desgraça, mas I'M HERE NOW. let me live!)
Dizem que Setembro é o mês das reentrés, não é? Pois, a reentré aqui do Oh, Dear Darling é em Outubro porque eu é que decido. :D Mas hey, temos reentré com o primeiro vídeo da viagem a Amsterdão no início de Setembro. Já há algum tempo que andava com vontade de fazer vídeos e achei que documentar a primeira vez que pus o pézinho na Holanda seria a oportunidade ideal para começar.
5 de julho de 2016
Not that mind, not that heart. You won't rot.
Quando estou a caminho de casa, já no meu carro depois de todos os transportes públicos que tenho de apanhar, ou venho cheia de coisas na cabeça ou venho a pensar em rigorosamente nada. Era o caso de hoje, vinha para casa sem grandes pensamentos, até que comecei a ouvir uns gritos alarmantes vindos de trás do meu carro.
14 de junho de 2016
LOVE IS LOVE.
"This show is proof that history remembers. We live through times when hate and fear seem stronger, we rise and fall and light from dying embers, remembrances that hope and love last longer. Love is love is love is love is love is love is love — cannot be killed or swept aside", Lin-Manuel Miranda
24 de maio de 2016
The most eventful weekend ever.
Andava à espera deste fim-de-semana que passou há meses. Foram três dias seguidos cheios de coisas boas e bonitas. Calor, bebidas frescas, muita, muita música (woop woop) e muito, muito amor. O melhor que há na vida, portanto.
3 de maio de 2016
Ninguém me falou destas coisas?!
Há seis meses que estou a trabalhar. Conseguem acreditar? Seis meses! E ainda que tenha tido altos e baixos, estou a gostar muito. Mas há toda uma panóplia de coisas que aprendi, para as quais ninguém me preparou.
(A vista do 8º andar do edifício onde trabalho. Não é um mau sítio para se estar).
27 de abril de 2016
Take your chance; stop hiding.
Às vezes sinto-me tão frustrada comigo que fico amuada - sim, fico amauda comigo própria. Sinto que não estou a fazer o suficiente, que devia estar a fazer muito mais. Tenho andado a pensar bastante nos privilégios que tenho à minha volta e na forma como isso me pode ajudar a chegar onde quero chegar - e na forma como eu, estúpida, não aproveito.
3 de abril de 2016
A vida devia ser um concerto de Linda Martini.
Falar dos Linda Martini é, para mim, falar-vos de uma história de amor. Uma daquelas que ninguém sabe bem como começou, mas quando se vai a ver está-se rendido por completo - já não há nada a fazer. Esta banda é tão importante para mim, já não há mesmo nada a fazer.
23 de março de 2016
Fun-fun, Dina-Dinamite!
Estive até à última para comprar bilhete para Dinamite. Não tinha companhia e estava com a consciência pesada por gastar dinheiro, mas acabei por comprar e só tenho uma coisa a dizer: TAKE ALL MY MONEY, THAT WAS AMAZING, GIMME MORE.
17 de março de 2016
Quando a música muda tudo.
Hello, dearest darlings.
Tenho andado um bocadinho ocupada, tenho tido muito que fazer e que bem que me tem sabido ter tanto que fazer. No entanto, acho que a minha parte preferida de ter dias cansativos é o momento em que paro um bocadinho, seja onde for, e fico só a ouvir música. Às vezes chega a ser estranho a forma como a música muda tudo para mim.
8 de março de 2016
Own every single day of your life.
Hello, dear darlings. Hoje é Dia Internacional da Mulher.
Sempre que chega este dia fazem-se declarações de parabenização às mulheres da vida de cada um, às mães, às namoradas, às amigas, etc. E, regra geral, é aproveitado o engonço e fazem-se uma série de acções estereotipadas absolutamente desnecessárias e que, na minha opinião, não cumprem o objectivo: celebrar e valorizar todas as mulheres. Eu nunca tive grande reacção a este assunto, mas sempre tive muitas opiniões. Quero deixar claro que não sou, de todo, uma daquelas pessoas que vê racismo e sexismo e etc., em tudo. Não vejo, mas houve algo no dia de hoje, neste ano, que me deixou um pouco desconfortável.
29 de fevereiro de 2016
Na comédia vale tudo. Ou será que não?
Good evening, dear darlings.
O que é que vocês acham sobre comediantes “provocadores”? É que eu tenho pensado muito no assunto, e mais, tenho chateado todos os meus amigos com o assunto. A conversa começa, normalmente, com o Rui Sinel de Cordes, como é natural dado os últimos eventos, ainda que a questão não se centre nele. Porém, e já que aqui estou, quero só dizer que apesar de não ser seguidora do seu trabalho, acho que everyone needs to chill.
22 de fevereiro de 2016
Com'assim não posso gostar de David Bowie?
Hello, dear darlings.
Sim, cá estamos de novo. Ou, pelo menos, cá estou de novo - espero que também estejam por aí, ou que voltem com o tempo. Não se preocupem, não vou falar muito sobre o facto de não publicar há cerca de vinte mil anos. Tenho mais paciência para arranjar desculpas, do que para lê-las e vou supor que sentem o mesmo. Falar muito da minha inadmissível procrastinação seria perpetuá-la e estou a tentar nadar na outra direcção, you know?
Por isso, adiante.
9 de março de 2015
#DearFutureMe
Querida Inês (de daqui a dez anos),
Olá! Como estás?
Espero que isto seja tão estranho de ler para ti, como está a ser estranho de
escrever para mim. Antes de mais nada: acho bem que não tenhas apagado o blog –
como fizeste com todos os anteriores ao Oh
Dear Darling - porque se o fizeste não vais chegar a ler esta carta. E eu
quero muito que a leias. Just for fun.
26 de fevereiro de 2015
Quem desdenha devia ouvir! #1 - Stromae
Ello, dear
darlings.
Antes de podermos
evoluir na nossa promissora relação, é preciso que saibam uma coisa: eu sou uma
pessoa muito versátil musicalmente. Gosto de tudo um pouco e um pouco de tudo.
E tão depressa sou aquela pessoa que diz “mas já ouviste as outras músicas?”
como sou a pessoa que diz “sim, já e são todas uma porcaria”. Duas facetas de
mim, há casos e casos! E ter posições diferentes faz com que seja muito mais interessante argumentar comigo, toda uma imprevisibilidade.
23 de fevereiro de 2015
Ello, dear darlings.
Sinceramente não sei bem o que vai sair daqui,
disto. Não sei bem, mas sei que quero! E como sei que quero e posso, vou
fazê-lo. Eu no fundo só quero partilhar, com vocês e com o mundo inteiro, as
minhas opiniões. Que, já agora, é aquilo que faço melhor. Partilhar, falar e
ouvir: conversar. Comunicar, eu gosto é de comunicar. Estão a ver aquela pessoa com quem precisam de se esforçar para
ter tema de conversa? Eu não sou essa pessoa. Aliás, eu sou o oposto dessa
pessoa. Na verdade eu falo pelos cotovelos e tenho a língua afiada. Deixarem-me
sem resposta não é fácil.
Bom, o meu nome é Inês. Não é Inês Maria, nem
Maria Inês. Sou só Inês. Tenho 20 anos e sou finalista do curso de Jornalismo
na Escola Superior de Comunicação Social. Mas não se enganem, no fundo eu sou
só uma criança. Uma criança muito responsável e determinada, mas ainda assim
uma criança.
Ainda não sei muito sobre mim, há muita coisa
que não sei e é-me extremamente difícil explicar esse pouco de mim que sei. Sei
que tenho uma gargalhada alta, sei que fico com frieiras no Inverno e que não
gosto do som do metal a roçar no metal. O meu escritor preferido é o Fernando
Pessoa (e todos os seus heterónimos, claro), sempre achei que a Bohemian
Rapsody, dos Queen, é a melhor música que alguma vez foi escrita e o meu pai
ensinou-me a adorar o Salvador Dali. A cultura e a arte é tudo o que me
apaixona, tudo o que me motiva. É à volta disso que gira a minha vida e é assim
que quero que se mantenha. O problema é que em aptidões artísticas só me
qualifico mesmo para apreciadora com muitas opiniões. Cantar não é comigo e na
guitarra só uns acordes, só sei rimar “ler” com “escrever” e os meus desenhos
são todos à base de espinhas de bacalhau (desde a primeira classe).
Andei
algum tempo a procurar algo que me preenchesse e foi na rádio que encontrei o
equilíbrio e um propósito que combina as minhas paixões com as minhas aptidões.
É na rádio que me sinto bem, é isso que quero fazer. A “magia da rádio” cresceu
dentro de mim ao longo da minha licenciatura e agora já não há nada a fazer (talvez
sempre cá tenha estado e eu não andei atenta).
De mim
podem esperar muitas opiniões e devaneios. Quero partilhar convosco o que
gosto, o que não gosto, o que gosto assim-assim e os porquês. Noutros dias o
que penso e o que não penso sobre todos os assuntos que me derem na real
gana!
Ainda não sabem bem o que vai sair daqui? Oh dear
darling, stick around to see.
Inês.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


