22 de fevereiro de 2016

Com'assim não posso gostar de David Bowie?

Hello, dear darlings.


Sim, cá estamos de novo. Ou, pelo menos, cá estou de novo - espero que também estejam por aí, ou que voltem com o tempo. Não se preocupem, não vou falar muito sobre o facto de não publicar há cerca de vinte mil anos. Tenho mais paciência para arranjar desculpas, do que para lê-las e vou supor que sentem o mesmo. Falar muito da minha inadmissível procrastinação seria perpetuá-la e estou a tentar nadar na outra direcção, you know?


Por isso, adiante.

5 de maio de 2015

One little victory a day, keeps the doctor away.

Nem todos os dias são bons, nem todos os dias são aceitáveis sequer. Há dias menos bons, há dias maus e há dias tristes. É, não podemos ter sempre dias bons, mas um dia tem 24 horas e há sempre alguma coisa que nos faz sorrir. Há sempre algo ou alguém que é a “little victory of the day”. E é nos dias quase-não-aceitáveis que devemos agarrar-nos a estes algos e “alguéns” que acontecem todos os dias, mas que nem todos os dias importam – porque não é suposto importarem todos os dias. É suposto serem o botão de emergência dos dias maus.  

9 de março de 2015

#DearFutureMe

Querida Inês (de daqui a dez anos),

Olá! Como estás? Espero que isto seja tão estranho de ler para ti, como está a ser estranho de escrever para mim. Antes de mais nada: acho bem que não tenhas apagado o blog – como fizeste com todos os anteriores ao Oh Dear Darling - porque se o fizeste não vais chegar a ler esta carta. E eu quero muito que a leias. Just for fun.