29 de fevereiro de 2016

Na comédia vale tudo. Ou será que não?

Good evening, dear darlings.


O que é que vocês acham sobre comediantes “provocadores”? É que eu tenho pensado muito no assunto, e mais, tenho chateado todos os meus amigos com o assunto. A conversa começa, normalmente, com o Rui Sinel de Cordes, como é natural dado os últimos eventos, ainda que a questão não se centre nele. Porém, e já que aqui estou, quero só dizer que apesar de não ser seguidora do seu trabalho, acho que everyone needs to chill.

22 de fevereiro de 2016

Com'assim não posso gostar de David Bowie?

Hello, dear darlings.


Sim, cá estamos de novo. Ou, pelo menos, cá estou de novo - espero que também estejam por aí, ou que voltem com o tempo. Não se preocupem, não vou falar muito sobre o facto de não publicar há cerca de vinte mil anos. Tenho mais paciência para arranjar desculpas, do que para lê-las e vou supor que sentem o mesmo. Falar muito da minha inadmissível procrastinação seria perpetuá-la e estou a tentar nadar na outra direcção, you know?


Por isso, adiante.

5 de maio de 2015

One little victory a day, keeps the doctor away.

Nem todos os dias são bons, nem todos os dias são aceitáveis sequer. Há dias menos bons, há dias maus e há dias tristes. É, não podemos ter sempre dias bons, mas um dia tem 24 horas e há sempre alguma coisa que nos faz sorrir. Há sempre algo ou alguém que é a “little victory of the day”. E é nos dias quase-não-aceitáveis que devemos agarrar-nos a estes algos e “alguéns” que acontecem todos os dias, mas que nem todos os dias importam – porque não é suposto importarem todos os dias. É suposto serem o botão de emergência dos dias maus.