Nem todos os dias
são bons, nem todos os dias são aceitáveis sequer. Há dias menos bons, há dias
maus e há dias tristes. É, não podemos ter sempre dias bons, mas um dia tem 24
horas e há sempre alguma coisa que nos faz sorrir. Há sempre algo ou alguém que
é a “little victory of the day”. E é nos dias quase-não-aceitáveis que devemos
agarrar-nos a estes algos e “alguéns” que acontecem todos os dias, mas que nem
todos os dias importam – porque não é suposto importarem todos os dias. É
suposto serem o botão de emergência dos dias maus.
5 de maio de 2015
9 de março de 2015
#DearFutureMe
Querida Inês (de daqui a dez anos),
Olá! Como estás?
Espero que isto seja tão estranho de ler para ti, como está a ser estranho de
escrever para mim. Antes de mais nada: acho bem que não tenhas apagado o blog –
como fizeste com todos os anteriores ao Oh
Dear Darling - porque se o fizeste não vais chegar a ler esta carta. E eu
quero muito que a leias. Just for fun.
26 de fevereiro de 2015
Quem desdenha devia ouvir! #1 - Stromae
Ello, dear
darlings.
Antes de podermos
evoluir na nossa promissora relação, é preciso que saibam uma coisa: eu sou uma
pessoa muito versátil musicalmente. Gosto de tudo um pouco e um pouco de tudo.
E tão depressa sou aquela pessoa que diz “mas já ouviste as outras músicas?”
como sou a pessoa que diz “sim, já e são todas uma porcaria”. Duas facetas de
mim, há casos e casos! E ter posições diferentes faz com que seja muito mais interessante argumentar comigo, toda uma imprevisibilidade.
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